Quinta-feira 7 Maio
Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado.
Pela fé, deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível
(Hebreus 11:24-25,27).
RAMSÉS II
Mais de três milênios depois de sua morte, o rosto de Ramsés (restos dissecados de uma múmia) ainda pode ser visto no Museu do Cairo. Célebre entre os faraós do Egito, ele foi o construtor de monumentos grandiosos. Contudo, esse homem, honrado como um Deus, parecia não estar satisfeito. Assim, para dar a impressão de maior poderio, não hesitava em selar com seu nome as obras de seus predecessores.
Talvez tenha sido o faraó que confrontou Moisés. Ao olharmos sua múmia, com a pele esticada e desfeita, o quanto isso nos comove! Moisés nada fez para que seu próprio corpo fosse preservado. Ninguém sabe onde foi enterrado. No entanto, gerações de fiéis têm lido os escritos mosaicos, ou seja, os cinco primeiros livros da Bíblia.
Ramsés II diante de Moisés: de um lado, o edificador de monumentos; de outro, o homem que ensinava a lei de Deus. De um lado, o poder do homem; do outro, o poder da fé. Moisés poderia ter permanecido na corte de faraó, mas deixou as honras do mundo, sempre ligadas à mentira e injustiça, para encontrar Deus e servir o seu povo.
E nós, cristãos, como Ramsés, ainda buscamos a glória passageira e ilusória deste mundo? Ou, como Moisés, decidimos firmemente escutar o Senhor Jesus e viver em Sua companhia, apegando-nos aos verdadeiros valores que jamais passarão?
Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
SER FELIZ E IRRADIAR FELICIDADE
6 Maio________________________________________
Regozijai-vos, sempre, no Senhor.
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta
(Filipenses 4:4; Hebreus 12:2).
________________________________________
Cristãos, devemos mostrar que somos felizes. Nossos problemas podem ser numerosos e difíceis, contudo somos exortados a não nos inquietar, mas a levar tudo em oração a Deus e, dessa maneira, Sua paz guardará nosso coração e nossos pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4:6-7). Essa alegria e serenidade são inseparáveis do louvor – necessidade básica de um coração cheio da glória de Deus. Isso transborda para o exterior em forma de testemunho que deveria impactar os que nos rodeiam.
Irmãos, não andemos como pessoas amarguradas, com o semblante fechado e irado! Ninguém precisa alardear uma alegria espalhafatosa, superficial e talvez vazia. Uma fonte tem de ser profunda para não correr o risco de secar. Não permitamos que o peso das situações supere a nossa fé.
As lutas e provas pelas quais passamos não nos tiram a alegria cristã. O que nos faz ficar sem ela é a falta de comunhão com o Pai. O desalento não vem do exterior, mas do interior do coração. Não há nada comparável ao fato de podermos olhar para Jesus, o Modelo perfeito. Isso remove o crente de um mundo que despreza Deus e lhe dá ânimo. “Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo” (Salmo 9:1-2).
Extraído do Devocional Boa Semente 2009
Regozijai-vos, sempre, no Senhor.
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta
(Filipenses 4:4; Hebreus 12:2).
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Cristãos, devemos mostrar que somos felizes. Nossos problemas podem ser numerosos e difíceis, contudo somos exortados a não nos inquietar, mas a levar tudo em oração a Deus e, dessa maneira, Sua paz guardará nosso coração e nossos pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4:6-7). Essa alegria e serenidade são inseparáveis do louvor – necessidade básica de um coração cheio da glória de Deus. Isso transborda para o exterior em forma de testemunho que deveria impactar os que nos rodeiam.
Irmãos, não andemos como pessoas amarguradas, com o semblante fechado e irado! Ninguém precisa alardear uma alegria espalhafatosa, superficial e talvez vazia. Uma fonte tem de ser profunda para não correr o risco de secar. Não permitamos que o peso das situações supere a nossa fé.
As lutas e provas pelas quais passamos não nos tiram a alegria cristã. O que nos faz ficar sem ela é a falta de comunhão com o Pai. O desalento não vem do exterior, mas do interior do coração. Não há nada comparável ao fato de podermos olhar para Jesus, o Modelo perfeito. Isso remove o crente de um mundo que despreza Deus e lhe dá ânimo. “Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo” (Salmo 9:1-2).
Extraído do Devocional Boa Semente 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
UM CRISTIANISMO VIVO (2) CONHECENDO JESUS
5 Maio
Jesus respondeu:… Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz
(João 18:37).
Em sua biografia, Ernest Gordon conta como se converteu a Cristo na Tailândia, quando era prisioneiro de guerra dos japoneses. Ele e outros companheiros de infortúnio estavam encarregados de construir a famosa ponte sobre o rio Kwai. Ali, sob condições cruéis, Gordon e alguns prisioneiros decidiram investigar o que o cristianismo realmente era.
“Muito rapidamente – escreve – nos pusemos a ler a Bíblia todas as noites em um lugar afastado do acampamento. Por meio da leitura da Palavra aprendemos a conhecer Jesus. Como nós, Ele não tinha moradia, nem amigos da alta sociedade. Também conheceu a fome, o cansaço, o sofrimento, o desprezo… Ao mesmo tempo era um homem que podíamos admirar, o tipo de amigo que desejaríamos ter, o chefe que poderíamos seguir.
Sua humanidade nos fascinava. Embora fosse um operário, nem a sociedade, nem os religiosos de Seu tempo, nem Satanás conseguiram detê-Lo. Foi pregado em uma cruz, porém Sua própria morte tem um sentido, porque Ele carregou todas as nossas faltas. Agora está vivo. O amor que Jesus expressou tão intensamente (até à morte) era o amor de Deus, um amor centrado nos demais e não em si mesmo. Deus Se revelava a nós por meio de Jesus, o carpinteiro de Nazaré. A verdade que buscávamos se identificava com Jesus.”
Extraído do Devocional Boa Semente 2009
Jesus respondeu:… Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz
(João 18:37).
Em sua biografia, Ernest Gordon conta como se converteu a Cristo na Tailândia, quando era prisioneiro de guerra dos japoneses. Ele e outros companheiros de infortúnio estavam encarregados de construir a famosa ponte sobre o rio Kwai. Ali, sob condições cruéis, Gordon e alguns prisioneiros decidiram investigar o que o cristianismo realmente era.
“Muito rapidamente – escreve – nos pusemos a ler a Bíblia todas as noites em um lugar afastado do acampamento. Por meio da leitura da Palavra aprendemos a conhecer Jesus. Como nós, Ele não tinha moradia, nem amigos da alta sociedade. Também conheceu a fome, o cansaço, o sofrimento, o desprezo… Ao mesmo tempo era um homem que podíamos admirar, o tipo de amigo que desejaríamos ter, o chefe que poderíamos seguir.
Sua humanidade nos fascinava. Embora fosse um operário, nem a sociedade, nem os religiosos de Seu tempo, nem Satanás conseguiram detê-Lo. Foi pregado em uma cruz, porém Sua própria morte tem um sentido, porque Ele carregou todas as nossas faltas. Agora está vivo. O amor que Jesus expressou tão intensamente (até à morte) era o amor de Deus, um amor centrado nos demais e não em si mesmo. Deus Se revelava a nós por meio de Jesus, o carpinteiro de Nazaré. A verdade que buscávamos se identificava com Jesus.”
Extraído do Devocional Boa Semente 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
um cristianismo vivo (1)
4 Maio
Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa
(Filipenses 2:15).
Ernest Gordon escreveu: “Era 1943. Eu era prisioneiro de guerra, e juntamente com outros companheiros devíamos construir uma via férrea na selva e uma ponte sobre o rio Kwai para chegar à Birmânia (atual Mianmar). Quando nos dirigíamos ao trabalho, os indígenas nos tratavam com indiferença ou desprezo. Certa vez chegamos a uma aldeia onde as pessoas se aproximaram de maneira tão diferente que ficamos surpresos. Os olhos dos que se apertavam à beira da estrada para nos ver passar eram compassivos. Antes de sairmos daquela aldeia, os habitantes tinham voltado carregados de bolos, bananas, ovos, medicamentos e dinheiro que nos ofereceram amavelmente.
Mais tarde soubemos que aquela aldeia tinha se convertido ao Evangelho. A luz do cristianismo havia brilhado nesse rincão da selva graças ao trabalho de uma missionária que teve de fugir depois que a guerra estourou.
Esses breves contatos com o mundo exterior nos lembravam de que felizmente ainda existia um modo de vida mais humano. Sem palavra alguma, a mensagem do autêntico cristianismo havia sido transmitida.”
O que o apóstolo Paulo disse sobre os coríntios pode ser aplicado àqueles aldeões: “Sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração” (2 Coríntios 3:3).
Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -
Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa
(Filipenses 2:15).
Ernest Gordon escreveu: “Era 1943. Eu era prisioneiro de guerra, e juntamente com outros companheiros devíamos construir uma via férrea na selva e uma ponte sobre o rio Kwai para chegar à Birmânia (atual Mianmar). Quando nos dirigíamos ao trabalho, os indígenas nos tratavam com indiferença ou desprezo. Certa vez chegamos a uma aldeia onde as pessoas se aproximaram de maneira tão diferente que ficamos surpresos. Os olhos dos que se apertavam à beira da estrada para nos ver passar eram compassivos. Antes de sairmos daquela aldeia, os habitantes tinham voltado carregados de bolos, bananas, ovos, medicamentos e dinheiro que nos ofereceram amavelmente.
Mais tarde soubemos que aquela aldeia tinha se convertido ao Evangelho. A luz do cristianismo havia brilhado nesse rincão da selva graças ao trabalho de uma missionária que teve de fugir depois que a guerra estourou.
Esses breves contatos com o mundo exterior nos lembravam de que felizmente ainda existia um modo de vida mais humano. Sem palavra alguma, a mensagem do autêntico cristianismo havia sido transmitida.”
O que o apóstolo Paulo disse sobre os coríntios pode ser aplicado àqueles aldeões: “Sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração” (2 Coríntios 3:3).
Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -
domingo, 3 de maio de 2009
Pastoral
3 MAIO
Perdão - do Discurso à Prática
No dia 25 de novembro de 1986, uma terça-feira, o pastor George Senter, missionário americano na Libéria, estava fora da cidade de Iekepa onde morava. Ele estava indo à capital, Monróvia, buscar o filho adolescente que chegava para celebrar com a família o Dia de Ação de Graças.
Nesse dia, Benjamin Morris, 32 anos, apareceu na porta. Era um crente liberiano, amigo e vizinho da família Senter, formado no Seminário Teológico Batista da Libéria. Enquanto buscava algo para servir ao amigo visitante, a missionária Libby viu que Morris irrompeu casa dentro, indo diretamente para o quarto da filha. Ela o seguiu e o surpreendeu molestando a filha. Num dado momento do confronto que se seguiu, Morris sacou um punhal e matou a mãe e a filha.
O episódio revoltou a Libéria inteira. Morris foi preso quando ia deixando o país. A notícia de sua prisão fez multidões se acotovelarem nas cercanias da prisão, sedentas de justiça e de sangue. O monstro devia morrer.
Um dia, o missionário Senter teve que comparecer à prisão. Foi outro momento difícil para ele. Mas conseguiu dizer ao criminoso: - Ben, Deus quer perdoar você, se você o permitir. E com a ajuda de Deus, eu também perdoo você.
A história, publicada em The Commission, a revista informativa da chamada Junta de Richmond, de dezembro de 1986, foi publicada também no prestigioso jornal The New York Times. A repercussão do perdão foi tão estrondosa quanto a notícia do crime. Novos espaços foram abertos à pregação, pessoas se converteram a Cristo, outros missionários se animaram a prosseguir pregando o Evangelho. O perdão de Senter deflagrou um verdadeiro avivamento na Libéria.
Neste domingo em que iniciamos a celebração do mês da família, oremos a Deus para que o perdão não seja apenas um discurso no seio de nossas famílias!
Pr. João Soares da Fonseca
jsfonseca@pibrj.org.br
3 MAIO
Perdão - do Discurso à Prática
No dia 25 de novembro de 1986, uma terça-feira, o pastor George Senter, missionário americano na Libéria, estava fora da cidade de Iekepa onde morava. Ele estava indo à capital, Monróvia, buscar o filho adolescente que chegava para celebrar com a família o Dia de Ação de Graças.
Nesse dia, Benjamin Morris, 32 anos, apareceu na porta. Era um crente liberiano, amigo e vizinho da família Senter, formado no Seminário Teológico Batista da Libéria. Enquanto buscava algo para servir ao amigo visitante, a missionária Libby viu que Morris irrompeu casa dentro, indo diretamente para o quarto da filha. Ela o seguiu e o surpreendeu molestando a filha. Num dado momento do confronto que se seguiu, Morris sacou um punhal e matou a mãe e a filha.
O episódio revoltou a Libéria inteira. Morris foi preso quando ia deixando o país. A notícia de sua prisão fez multidões se acotovelarem nas cercanias da prisão, sedentas de justiça e de sangue. O monstro devia morrer.
Um dia, o missionário Senter teve que comparecer à prisão. Foi outro momento difícil para ele. Mas conseguiu dizer ao criminoso: - Ben, Deus quer perdoar você, se você o permitir. E com a ajuda de Deus, eu também perdoo você.
A história, publicada em The Commission, a revista informativa da chamada Junta de Richmond, de dezembro de 1986, foi publicada também no prestigioso jornal The New York Times. A repercussão do perdão foi tão estrondosa quanto a notícia do crime. Novos espaços foram abertos à pregação, pessoas se converteram a Cristo, outros missionários se animaram a prosseguir pregando o Evangelho. O perdão de Senter deflagrou um verdadeiro avivamento na Libéria.
Neste domingo em que iniciamos a celebração do mês da família, oremos a Deus para que o perdão não seja apenas um discurso no seio de nossas famílias!
Pr. João Soares da Fonseca
jsfonseca@pibrj.org.br
sábado, 2 de maio de 2009
MEDITAÇÃO NO LIVRO DE DEUTERONOMIO
2 Maio
________________________________________Porque bem sabeis isto: que nenhum fornicador, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus
(Efésios 5:5).________________________________________
(Leia Deuteronômio 4:14-28)
Estando no centro das nações vizinhas, Israel devia destacar-se mediante a sua sabedoria e entendimento (4:6). Essa sabedoria e entendimento consistiam em conhecer, ouvir e ser submisso ao único e verdadeiro Deus. Essas nações fronteiriças estavam adorando a ídolos. Em conseqüência, tornaram-se “nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:21-23). É contra esse terrível pecado da idolatria que Israel deveria guardar-se aqui. Hoje em dia, com exceção dos países pagãos, dificilmente nos deparamos com esta grave forma de idolatria. Contudo, o Novo Testamento emprega este nome a outros pecados – avareza, por exemplo – e adverte solenemente que nenhum idólatra entrará no reino de Deus (Efésios 5:5; 1 Coríntios 6:9-10).
Ao admoestar a Israel, Deus não lhe oculta o que acontecerá: o povo se corromperá e servirá aos deuses pagãos. A Palavra de Deus nunca nos bajula ou nos engana quanto ao que o nosso coração natural é capaz de fazer.
Extraído do Devocional Boa Semente 2009 –
________________________________________Porque bem sabeis isto: que nenhum fornicador, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus
(Efésios 5:5).________________________________________
(Leia Deuteronômio 4:14-28)
Estando no centro das nações vizinhas, Israel devia destacar-se mediante a sua sabedoria e entendimento (4:6). Essa sabedoria e entendimento consistiam em conhecer, ouvir e ser submisso ao único e verdadeiro Deus. Essas nações fronteiriças estavam adorando a ídolos. Em conseqüência, tornaram-se “nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:21-23). É contra esse terrível pecado da idolatria que Israel deveria guardar-se aqui. Hoje em dia, com exceção dos países pagãos, dificilmente nos deparamos com esta grave forma de idolatria. Contudo, o Novo Testamento emprega este nome a outros pecados – avareza, por exemplo – e adverte solenemente que nenhum idólatra entrará no reino de Deus (Efésios 5:5; 1 Coríntios 6:9-10).
Ao admoestar a Israel, Deus não lhe oculta o que acontecerá: o povo se corromperá e servirá aos deuses pagãos. A Palavra de Deus nunca nos bajula ou nos engana quanto ao que o nosso coração natural é capaz de fazer.
Extraído do Devocional Boa Semente 2009 –
A NECESSIDADE DE UMA RESPOSTA
1 MAIO ________________________________________
Quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.
(apocalipse 22:17). ________________________________________
O mau tempo surpreendera três montanhistas. Chovera durante horas. Os homens estavam exaustos e um deles ferido. Felizmente acharam um abrigo contra o vento e a chuva em um vale rochoso. A noite chegou e nenhum deles conseguiu dormir. Na manhã seguinte, o tempo piorou. Não Havia a menor chance de prosseguir. Já estava anoitecendo de novo quando, de repente, ouviram vozes a distância: “Onde estão? Estamos procurando por vocês!”
Emocionados, os três homens deixaram o abrigo, sem se preocupar com o vento e a chuva que os castigava. Uma equipe de salva-vidas tinha subido para resgata-los.
- Estamos aqui! Responderam, porém a tempestade abafou os gritos. Então encharcaram uma manta de álcool, colocaram fogo e agitaram como uma tocha. Era questão de vida ou morte. Logo ouviram a boa notícia: “Estamos vendo vocês. Agüentem. Já estamos indo!” Empouco tempo os homens foram salvos.
Por meio de Jesus Cristo, o filho de Deus feito homem, que morreu pelos pecadores, Deus quer nosso salvar e nos dar a vida eterna. Ele nos chama através do Evangelho. Porém, para que possamos ser achados e resgatados, temos de responder ao chamado. É necessário sair da guarida de nossa própria segurança, de nosso medo, de nossa indiferença, incredulidade e responder à voz de Deus. A pessoa que permanece sentada em sua auto-satisfação e não dá nenhuma resposta ao Deus misericordioso que a busca, está perdido para sempre, sem qualquer chance de ser salva.
Extraído do Devocional BOA SEMENTE.
Quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.
(apocalipse 22:17). ________________________________________
O mau tempo surpreendera três montanhistas. Chovera durante horas. Os homens estavam exaustos e um deles ferido. Felizmente acharam um abrigo contra o vento e a chuva em um vale rochoso. A noite chegou e nenhum deles conseguiu dormir. Na manhã seguinte, o tempo piorou. Não Havia a menor chance de prosseguir. Já estava anoitecendo de novo quando, de repente, ouviram vozes a distância: “Onde estão? Estamos procurando por vocês!”
Emocionados, os três homens deixaram o abrigo, sem se preocupar com o vento e a chuva que os castigava. Uma equipe de salva-vidas tinha subido para resgata-los.
- Estamos aqui! Responderam, porém a tempestade abafou os gritos. Então encharcaram uma manta de álcool, colocaram fogo e agitaram como uma tocha. Era questão de vida ou morte. Logo ouviram a boa notícia: “Estamos vendo vocês. Agüentem. Já estamos indo!” Empouco tempo os homens foram salvos.
Por meio de Jesus Cristo, o filho de Deus feito homem, que morreu pelos pecadores, Deus quer nosso salvar e nos dar a vida eterna. Ele nos chama através do Evangelho. Porém, para que possamos ser achados e resgatados, temos de responder ao chamado. É necessário sair da guarida de nossa própria segurança, de nosso medo, de nossa indiferença, incredulidade e responder à voz de Deus. A pessoa que permanece sentada em sua auto-satisfação e não dá nenhuma resposta ao Deus misericordioso que a busca, está perdido para sempre, sem qualquer chance de ser salva.
Extraído do Devocional BOA SEMENTE.
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