sexta-feira, 5 de março de 2010

CONVERSA DE UM CÉTICO

13 FEVEREIRO
O homem respondeu e disse-lhes: Nisto, pois, está a maravilha: que vós não saibais de onde ele é e me abrisse os olhos
(João 9:30).

CONVERSA DE UM CÉTICO

Deus pode conceder a uma alma sincera a revelação de Si mesmo através da Palavra. A seguinte história de um cético demonstra isso: “Eu não cria em deus, na Bíblia nem tampouco na autoridade de nenhuma experiência cristã. Para mim, a conversão era somente uma piedosa ilusão de fanáticos cristãos”. A leitura de críticos das Escrituras confirmou minha crença de que a morte era nada mais que um sono eterno e que não existia nem céu nem inferno. Contudo, no decorrer dos anos, ocasionalmente tive dúvidas que começaram a me incomodar muito.
Eu me perguntava o que ocorreria se a Bíblia tivesse razão. Finalmente decidi examinar o cristianismo com base nas declarações bíblicas. Se houvesse alguma coisa correta nela, eu tinha de encontrar; se não, pelo menos nunca mais nenhuma dúvida iria pertubar minha tranqüilidade.
Certo domingo, me ajoelhei e orei mais ou menos o seguinte: ‘Deus, se Tu existes, me escute. Se há um céu e um inferno, me mostre. Se a Bíblia é verdade, me ilumine’. Então comecei a ler a Bíblia pelo Novo Testamento. Estudei capítulo por capítulo com extrema atenção. Quanto mais lia, mais clara se tornava a impressão de que eu era um pecador perdido.
Uma semana depois que passei a examinar a verdade com profundidade recebi Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador. Uma indescritível alegria e uma gratidão sem fim se apoderaram de mim”.
“Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes” (Jeremias 33:3).

Extraído do Devocional BOA SEMENTE.
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PROVAS DO AMOR

12 FEVEREIRO
Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores.
Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus...
(Romanos 5:8; 2 Coríntios 5:21).

PROVAS DO AMOR

Enquanto caminhava apressado para pegar o metrô, um cartaz promocional me chamou a atenção: “Não existe amor, só as provas do amor”. Quem poderia usar tal frase para fazer propaganda? Parei e decepcionado constatei que era de uma famosa joalheria. Essa frase me fez mergulhar em várias recordações. Quando era um jovem estudante, eu tinha uma visão muito triste do mundo: um lugar de permanente conflitos de interesses egoístas, uma tela em branco e preto, sem calor e sem esperança. Quando a Deus, duvidava de Seu amor, como ele podia ver tanto mal e não intervir?
Assim, meu mundo interior se tornava cada vez mais escuro e sombrio. Porém, certa vez resolvi ler sobre a vida de Jesus. Então um pensamento se apoderou de mim: “se tal homem viveu aqui, ainda tenho esperança. Ele está vivo e, portanto, minha vida pode ter sentido. E se Deus enviou ao mundo tal modelo de perfeição, isso é a proa de Seu amor”.
No entanto, existe algo mais. Jesus não foi perfeito apenas para a Sua própria glória, mas por amor a Deus e a nós. Amou os homens, totalmente maus por natureza. Amou tanto que abriu mão de tudo para salva-los.
Assim, Deus revelou a importância que temos para Ele e o quanto deseja nossa salvação. A cruz é prova indelével de Seu amor.

Extraído do Devocional BOA SEMENTE.

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11 FEVEEIRO
Como a justiça encaminha para a vida, assim o que segue o mal faz isso para sua morte...
(Provérbios11:19).

UMA COLEÇÃO PERIGOSA

Um Jovem de doze anos de idade que vivia na Áustria tinha um perigoso hobby. Ele colecionava aranhas venenosas, alguns escorpiões e uma cobra. Para aumentar a coleção, colocava anúncio no jornal. Preocupada com os “brinquedinhos” de seu filho, finalmente sua mãe chamou a polícia. Os bombeiros se encarregaram de recolher os animais.
Para que brincar com animais perigosos? Embora se possa alimentá-los e cuidar deles corretamente, tais criaturas sempre representam um risco considerável. Mas perigoso e estúpido ainda é brincar com o pecado, com influências, pensamentos e atos pecaminosos. Neste caso, não só existe o perigo de se deixar arrastar, mas o veneno do pecado já está circulando quando se “brinca” com ele. Isso acontece porque o pecado é o fundamento da natureza caída de cada ser humano e, por isso, ele se satisfaz em fazer somente aquilo que Deus chama de mal. Ele nos afasta cada vez mais de Deus. Os valores preconizados pela sociedade atual claramente demonstram esse fato.
Por um lado, a miséria espiritual da humanidade é revelada por seus pensamentos, atos e palavras pecaminosos. Não podemos desfazer o que já está feito, e por isso precisamos de perdão. Por outro lado, em nós existe um poder que nos faz buscar aquilo que é mal, e para isso precisamos de libertação. Deus nos oferece tanto o perdão como a libertação por intermédio de Seu Filho Jesus Cristo (João 8:34 e 36).

Extraído do Devocional BOA SEMENTE

A CADA UM QUE LHE É DEVIDO

10 FEVEREIRO
Sujeita-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados... Honrai a todos. Amai a fraternidade, Temei a Deus, Honrai o rei...
(1 Pedro 2:13-14 e 17).

A CADA UM O QUE LHE É DEVIDO

O apóstolo Pedro é exato em relação aos sentimentos que o crente deve experimentar diante dos outros.
Primeiramente deve respeitar toda criatura humana, mesmo a menos atraente ou a mais degradada, e vê-la como um ser que foi formado à imagem de Deus. Podemos nos entristecer ao ver até que ponto alguns se desviaram de sua origem e nos impressionar ao constatar as horrorosas conseqüências da escravidão ao pecado. Mas ainda assim, tal criatura é uma pessoa em que há o sopro Deus e por essa razão tem de ser respeitada.
O amor pelos irmãos, ou seja, peloso demais cristãos verdadeiros, supera o interesse que deveria mostrar aos demais seres humanos. É um amor de uma esfera diferente que une os membros de uma mesma família, cujo Pai é Deus,
Por serem filhos do mesmo Pai, os crentes não devem perder de vista que Ele é o Deus santo. Quem melhor que Seus Filhos para dar todo o reconhecimento, confiança e temor devidos a Ele?
Por fim, nesta terra Deus delega autoridade a homens a quem pedirá contas um dia, embora muitos não tenham consciência disso. Tais pessoas nem sempre são fieis naquilo que lhes foi confiado, mas isso é responsabilidade delas. Devemos nos sujeitar às autoridades que estão acima de nós, desde que suas ordens não nos leve a desobedecer a Deus.

Extraído do Devocional BOA SEMENTE.

UMA PERGUNTA INCOMUM

9 FEVEREIRO
Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo...
(Romanos 5:1).

UMA PERGUNTA INCOMUM

Ele era um ativo artesão e um bom pai de família. Na vila onde morava era conhecido por sua gentileza. Nas questões da fé se atinha ao que a “igreja” dizia e esperava dele.
Certo dia chegou um desconhecido ao ateliê. Depois de uma curta saudação, o homem perguntou: - Diga-me, artesão, você tem paz com Deus? Nosso amigo se surpreendeu ao ouvir pergunta tão incomum. Refletiu um instante e respondeu: - Estou contente com Deus. O desconhecido replicou: - E Deus está contente com você? O artesão pensou novamente: - Não se pode saber se Deus está contente conosco. Então o visitante tirou um pequeno livro do bolso e leu: “Sendo, pois justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo”.
Aquele artista sempre pensou que se alguém levasse uma vida honrada, Deus estaria satisfeito. Mas não tinha certeza absoluta se Deus o aceitaria. Pensava que ninguém poderia ter a segurança da salvação e que só a morte poderia esclarecer essa questão.
No momento da despedida, o desconhecido recomendou a leitura do Novo testamento e foi embora. Em casa, o artesão encontrou um velho e empoeirado exemplar da Bíblia. Quando começou a ler atentamente, viu com clareza que cada individuo não pode obter a justificação diante de Deus através das boas obras, mas somente pela fé em Jesus Cristo, o Salvador. Por fim, decidiu crer na obra de Jesus Cristo e teve a plena certeza de que estava justificado diante de Deus. Experimentou também algo que jamais imaginara antes: a paz com o Criador.

Extraído do Devocional BOA SEMENTE.

O TERCEIRO CÉU

8 fevereiro

O Terceiro Céu

Paulo era muito humilde. Em vez de dizer, na primeira pessoa, "fui arrebatado...", disse-o na terceira: "Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu" (2Co 12.2). Ele mesmo não sabia explicar "se [foi] no corpo ou fora do corpo" (2Co 12.3).

Terceiro céu? Onde fica? A resposta é que os judeus daqueles dias criam haver três níveis de céu: o primeiro, os céus atmosféricos, simbolizado pelas nuvens. O segundo, o céu infinito, lembrado pelas estrelas. O terceiro, o céu invisível, onde estão Deus e os anjos. Jesus se referiu a esse lugar como "seio de Abraão" (Lc 16.22), "paraíso" (Lc 23.43), "casa de meu pai" (Jo 14.1), entre outros.

Mais que o texto, porém, o que nos intriga é o contexto. Por que Paulo teve que mencionar isso? Resposta: porque os crentes coríntios, na sua carnalidade explícita, achavam Paulo menos espiritual que os outros líderes da igreja. Como a dizer, "os outros têm visões e revelações, o pobre Paulo não". Este espírito orgulhoso continua vivo e ativo em algumas igrejas do nosso tempo. Paulo disse que nesse terceiro céu... "ouviu palavras inefáveis" (2Co 12.4), mas não deixou que tais palavras substituíssem "a palavra da cruz" em sua pregação (1Co 1.17). Paulo não caiu na tentação a que sucumbiu o cientista sueco Emmanuel Swedenborg (1688-1772). Alegando comunicação privilegiada com anjos e espíritos, esse luterano acabou por ensinar doutrinas que contrariam o próprio evangelho, como a despersonalização da Trindade, o monopólio da interpretação das Escrituras, a salvação pela fé MAIS as obras e a volta de Cristo já ter ocorrido em 1757. Fique alerta: "...ainda que... um anjo do céu vos pregue um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja maldito" (Gl 1.8).

Pr. João Soares da Fonseca jsfonseca@pibrj.org.br
Pr. da PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO RIO DE JANEIRO

UMA ÚLTIMA TENTAÇÃO

7 FEVEREIRO
E os que passavam blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Tu, que destróis o templo e, em três dias, o reedificas, salva-te a ti mesmo; se é o filho de deus, desce da cruz.
(Mateus 27:39-40).

UMA ÚLTIMA TENTAÇÃO

O Senhor Jesus havia glorificado perfeitamente a Deus durante Sua vida neste mundo. Em duas oportunidades, o próprio Deus declarou: “Este é o meu filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3: 17; 17:5). A maldade dos homens, os ataques de satanás, a incompreensão e o abandono por parte dos Seus discípulos não puderam afasta-Lo do caminho da obediência. O amor por Deus e pelos seres humanos O susteve em sua determinação.
Quando estava na cruz, Satanás Lhe apresentou uma última tentação: “Se é o Filho de Deus, desce da cruz”. Ao sentir que a vitória lhe escapava, o inimigo empregou todos os esforços para desviar o Senhor Jesus da obra que Ele tinha vindo realizar. Diferentes classes de pessoas, a multidão, os sacerdotes, os escribas, os anciãos, os governadores e, por fim os soldados, e até mesmo os que com Ele estavam crucificados, O injuriavam e escarneciam dEle, dizendo que descesse da cruz e salvasse a si mesmo.
Porém o Senhor Jesus não levou em conta toda essa provocação. A hora da cruz não podia se anulada nem adiada. Então depois das três horas tenebrosas, exclamou: “Está consumado!, e entrou voluntariamente na morte. Com toda justiça poderia ter voltado ao céu sem passar pela morte, pois jamais pecou (1 Pedro 2:22),. Mas graças lhe sejam dadas, Ele não desceu da cruz. Os planos de Satanás foram totalmente frustrados e Deus recebeu a gloria devida. O amor foi mais forte que a morte. Ao nosso Salvador seja toda a glória e majestade!

Extraído do Devocional BOA SEMENTE.
CULTO AO VIVO = www.pibrj.org.br aos Domingos às 10h e 19h.