domingo, 30 de agosto de 2009

31 Agosto

Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua (Lucas 22:42).

FAZER A VONTADE DE DEUS

À medida que envelhecemos, as doenças se tornam mais comuns e nossa saúde fica prejudicada. Porém, muitas vezes, o problema maior está nas mudanças que ocorrem ao nosso redor.

O ancião se vê obrigado a deixar sua casa e se mudar para um abrigo de idosos ou para a casa de um filho, se é que este pode ou quer recebê-lo. Às vezes a saúde piora a tal ponto que o ancião tem de ser socorrido ou internado em um hospital geriátrico. Alguns cristãos idosos têm grandes dificuldades para resolver esse problema. Demoram a admitir a situação ou adiam a decisão por ser dolorosa. Eles se recusam a fazer qualquer mudança e sofrem com a idéia de se submeter quando as coisas não acontecem da maneira que planejaram.

Querido amigo idoso, compreendo que tudo isso lhe seja bastante penoso. Porém, olhe para o Senhor Jesus! Pense nEle, em Sua vida, e se deixe consolar pela atitude que o Mestre teve. Nosso Senhor não teve uma vida fácil. Quantas situações dolorosas enfrentou! No entanto, jamais Se queixou nem fez Sua própria vontade. Veio para fazer a vontade de Deus a cada passo. “Não se faça a minha vontade, mas a Tua” foi o lema de Sua vida até a cruz. Quanto podemos aprender com Ele! O Senhor passou por circunstâncias difíceis, piores que as de qualquer outro ser humano, e nunca reclamou! Além disso, não esqueçamos a consoladora promessa: “E até à velhice eu serei o mesmo e ainda até às cãs eu vos trarei; eu o fiz, e eu vos levarei, e eu vos trarei e vos guardarei” (Isaías 46:4).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -

DIGINO DE CONSIDERAÇÃO

30 Agosto

Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo

(Hebreus 12:3).

DIGNO DE CONSIDERAÇÃO

No dia do Senhor, nós, os cristãos, podemos nos reunir para adorar nosso “grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13), porque Jesus, em Seu infinito amor, cumpriu com perfeita obediência a penosa obra da redenção na cruz do Calvário.

Através da leitura de algumas passagens bíblicas, vemos como o Homem mais valente venceu o maior adversário de todos os tempos. Jamais poderemos compreender o enorme valor desse sangue, suficiente para expiar de uma vez para sempre todos os nossos pecados (Hebreus 10:12,14).

Considerar como o único Ser santo, puro, inocente e sem pecado que pisou nesta terra Se ofereceu para morrer em nosso lugar é algo que nos maravilha. Que assombroso considerar que “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pedro 3:18)!

Espantoso é considerar que Aquele que foi pregado no madeiro de maldição, desprezado por todos e coroado de espinhos é o mesmo que, depois de realizada Sua obra, foi exaltado, coroado de honra e glória triunfal, e magnificado à destra do poder de Deus (Mateus 26:64).

Podemos permanecer indiferentes quando consideramos tudo isso? Como é possível pensar no infinito amor de Deus e mesmo assim não se comover e não se prostrar diante dEle? “Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” (Apocalipse 1:5-6).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009

sábado, 29 de agosto de 2009

29 Agosto

És povo santo ao SENHOR, teu Deus, e o SENHOR te escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe seres o seu povo próprio

(Deuteronômio 14:2).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO

(Leia Deuteronômio 14:1-21)

Os “filhos… do SENHOR” (v. 1) eram um “povo santo ao SENHOR” (v. 2). Deveria haver conduta e devoção santas que condissessem com tal posição, e os versículos seguintes nos mostram como conseguir isto. A Bíblia é o critério que nos permite distinguir entre o que é puro e o que não é. Os mamíferos puros eram os que possuíam dois critérios ao mesmo tempo (ruminar e ter unha fendida). Mamíferos como o camelo, que ruminavam sem ter unha fendida (muito conhecimento sem ter um andar correspondente), deveriam ser rejeitados; e de modo inverso, aqueles que, como os porcos, deixavam uma pegada impecável mas não se alimentavam da maneira correta, deveriam ser rejeitados. Os fariseus eram uma boa ilustração desta segunda categoria. Exteriormente eles estavam separados do mal, mas interiormente não eram governados pela Palavra de Deus. Jeremias é um exemplo de um homem que combina as duas características. “Achadas as tuas palavras, logo as comi” declara ele. Isso é “ruminar”! E versículo seguinte, diz: “Nunca me assentei na roda dos que se alegram (ou zombadores)…” (Jeremias 15:16, 17). Isto é o andar separado.

O inseto voador era impuro (v. 19). Deus não admite a mistura do que é celestial (ter asas) com o aquilo que é terreno (o réptil).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 –

CULTO AO VIVO ÀOS SÁBADOS ÀS 10H E 19HORAS.

WWW.PIBRJ.ORG.BR

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

28 Agosto

E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado

(Hebreus 10:17-18).

MUDANÇA DE VIDA

Quem já não é tão jovem sabe que não se pode viver a vida da maneira que se quer sem sofrer as conseqüências das escolhas e dos atos. Certamente existem os que pensam que “nada importa”, até que a vida lhes ensina outra lição. Por exemplo, aqueles que durante o período escolar foram preguiçosos e como resultado não aprenderam, têm muita dificuldade na hora de encontrar um bom emprego. E quantas vezes a Aids é a paga de uma vida dissoluta! Outros pensam que o álcool não lhes causará dano, que sempre estão no controle, até que repentinamente percebem que são viciados e não conseguem se livrar dele.

O que para nós é impossível em relação à nossa vida terrena, ou seja, fazer com que nosso passado seja apagado e começar de novo, para Deus é possível. Como? Quando Lhe confessamos com sinceridade os nossos pecados, Ele nos perdoa em virtude da morte expiatória do Salvador no calvário e nos dá vida eterna. Nesse sentido nosso passado, ou melhor, nossos pecados passados são apagados, ainda que tenhamos de sofrer as conseqüências deles. Quanto a um novo começo, a Bíblia fala sobre novo nascimento. As pessoas que se voltam a Deus, que se arrependem e crêem em Jesus Cristo e em Sua obra redentora se tornam parte da família de Deus e, portanto, começam uma nova vida como filhos dEle. Se alguém lhes fala sobre sua vida anterior de pecado e todo mal que ela causou, tais crentes podem responder com o coração alegre, como o rei Ezequias: “Tu [Deus], porém, tão amorosamente abraçaste a minha alma, que não caiu na cova da corrupção, porque lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados” (Isaías 38:17). Deus não fica lembrando as faltas passadas; para os que são de Cristo não há condenação (Romanos 8:1).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

27 Agosto

Porventura, não convinha que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória?

Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças

(Lucas 24:26; Apocalipse 5:12).


O PONTO CENTRAL DA ETERNIDADE


Cícero, o famoso orador político da Roma antiga, declarou diante do senado: “Amarrar um cidadão romano é crime, açoitá-lo é uma abominação, matá-lo é senão assassinato, crucificá-lo: como falar disso? Não existem palavras para descrever ato tão terrível”.

Os romanos reservavam a crucificação para os escravos e estrangeiros culpados de homicídio, de roubo a mão armada ou rebelião. A cruz era igualmente vergonhosa para os judeus que viam a morte de um crucificado como uma maldição divina (Deuteronômio 21:23).

Jesus sabia que devia morrer na cruz para levar o castigo divino contra o pecado (Gálatas 3:13). Era o Cordeiro de Deus que expiou na cruz o pecado do mundo. Sua morte constitui o ponto central da História e da eternidade. A ela convergia a esperança dos crentes do passado; dela saem todas as fontes da esperança do futuro.

Sem a morte de Jesus não haveria nenhuma esperança de salvação para nós. O apóstolo Paulo chama o Evangelho de “a palavra da cruz” que é “o poder de Deus” (1 Coríntios 1:18). Jesus aceitou uma morte vergonhosa por nos amar, amar a você e a mim. Qual tem sido nossa resposta a tal amor?

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

26 Agosto

Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis.

Tenho-vos dito isso para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa.

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize

(João 14:18-19; 15:11; 14:27).

O SENTIDO DA VIDA

Henriqueta tinha 72 anos de idade. Desde os 15 havia ficado tetraplégica por causa de um acidente. Nem sequer podia sair de sua cadeira de rodas sem ajuda. Seus netos, impressionados com tamanha imobilidade, se perguntavam no que ela pensava o dia inteiro, pois seu semblante demonstrava tranqüilidade. O segredo dela se resumia na seguinte frase: “Se não tivesse o meu Senhor Jesus ao meu lado, pediria que meus dias fossem abreviados”. Ela não fazia grandes discursos teológicos. Sua serenidade falava de maneira especial ao coração de uma de suas netas. Que poder tinha Aquele a quem sua avó chamada de “meu Senhor Jesus”?

Mais tarde, quando através dos evangelhos, a jovem estudante de medicina descobriu o Senhor Jesus tão próximos dos enfermos e moribundos, recebeu como Salvador Aquele que tinha Se aproximado com amor de sua avó, que tinha permanecido junto dela para ajudá-la a suportar sua dolorosa vida e lhe dar consolo. A jovem se deu conta de que a promessa do Senhor para os que confiam nEle é verdadeira. O mundo não pode vê-Lo, porém mediante o Espírito Santo, os que crêem O reconhecem e se beneficiam de Sua constante presença (João 14:18-20).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

24 Agosto

Quem sou eu, e qual é a minha vida?

(1 Samuel 18:18).

UMA VIDA SEM SENTIDO?

“Não vejo por que continuar vivendo; que sentido a vida tem? Por isso, coloco fim à minha vida.” Assim se despediu um jovem estudante antes de se matar.

É desesperador perguntar pelo sentido da vida e não encontrar resposta. Por isso muitos preferem ignorar essa pungente questão e pensam: “Já que estou vivo, vou desfrutar a vida, procurar um bom emprego, amigos, vou me divertir bastante e quando algo der errado, então…”

Sim, então o quê? O que acontecerá quando alguém se acha repentina e inesperadamente no umbral da eternidade, depois de um acidente de automóvel, um terremoto, uma queda de avião, etc.? A pergunta sobre o sentido da vida é demasiadamente importante para que nos atrevamos a ignorá-la, pois temos somente uma única vida. Quando nosso tempo se acabar neste mundo, nossa carreira aqui terá terminado definitivamente. No entanto, nossa existência continuará no porvir. E então Deus, nosso Criador, nos pedirá conta de nossa vida terrena.

Para cada ser humano existe a possibilidade de colocar um fim à falta de sentido de sua vida e começar de novo com Jesus Cristo. Ele nos convida: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28)

“Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância” (João 10:10).

“O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009