sábado, 31 de outubro de 2009

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO

31 Outubro

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há (1 João 2:15).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO

(Leia Deuteronômio 20:10-20)

Os filhos de Israel estavam autorizados a fazer as pazes com cidades distantes. Por outro lado, não deveria haver misericórdia para com as cidades próximas, aquelas que poderiam impedir o povo de possuir a terra. Tão logo nos tornamos cristãos, precisamos distinguir as coisas terrenas, ou seja, entre as que legitimamente podemos desfrutar e aquelas que devemos rejeitar completamente, sob o risco de nos impedirem de tomar posse de nossa herança celestial. Cabe a nós fazer a distinção entre ambas.

Os israelitas tinham de preservar as árvores frutíferas e não usá-las para guerra. Aqui está um aviso que tem profundo significado espiritual! Alguns cristãos, demonstrando um zelo cego e sectário, condenam violenta e furiosamente coisas que Deus talvez nos tenha dado para aliviar e alimentar os Seus. Os versículos 19 e 20 advertem contra o desperdício. Pensemos no exemplo que o próprio Jesus nos deu. Ele, o Criador que podia multiplicar infinitamente os pães – e provou isso –, ordenou que se recolhessem as sobras em cestos a fim de que nada se perdesse (João 6:12).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

NOSSO MUNDO É COMO O TITANIC

30 Outubro
Faze-me ouvir a tua benignidade pela manhã, pois em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto a minha alma… porque em ti é que eu me refugio
(Salmo 143:8-9).


NOSSO MUNDO É COMO O TITANIC

Nosso mundo está mortalmente avariado como o famoso transatlântico Titanic. Chocou-se com o iceberg do pecado, essa monstruosa determinação de viver sem Deus. Talvez a brecha seja imperceptível para quem está ocupado com seus prazeres, mas o resultado é fatal. Será que já não se ouve os inquietantes estalos nas bases da sociedade? Talvez não ouçamos porque o barulho das constantes festas os encobre; contudo, nosso mundo está perdido e fadado à destruição. Alguns afirmam que a tecnologia irá ajudar em tudo o que precisarmos, por isso, não há motivo para alarme. Outros exclamam que os governantes têm se esforçado para garantir a paz e a prosperidade mundial. Existem ainda os que percebem que há algo errado e, para remediar, consultam horóscopos, videntes e se tornam religiosos.
Algumas pessoas afirmam ser necessário construir um mundo melhor, mais justo, uma nova era e uma nova ordem mundial. Contudo, nosso mundo está condenado. Não há mais esperança então? Eu também estou desesperadamente perdido? O único meio de escapar é pelo bote salva-vidas: Jesus Cristo. Mas é preciso subir no bote. Para isso há duas condições:
1. Crer que estou perdido.
2. Crer que não existe outro meio de salvação.
Nós convidamos você a entrar no bote. Jesus Cristo deu Sua vida na cruz para resgatar você. Não despreze essa chance. É a única que a humanidade tem.

Extraído do Devocional Boa Semente

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

ÀS PORTAS DA MORTE

29 Outubro

Tu, espera agora, e te farei ouvir a palavra de Deus.

E, respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre

(1 Samuel 9:27; Lucas 7:40).

ÀS PORTAS DA MORTE

Por meio de um acidente automobilístico, Deus me conduziu da dúvida à certeza, do islamismo ao conhecimento do verdadeiro Deus. Eu e mais quatro amigos viajávamos de carro para Nova Iorque a fim de lá passar o Natal. Dormi recitando minhas orações em árabe e acordei em uma cama de hospital, depois de dois dias em coma. Então fiquei sabendo que o nosso veículo havia se chocado contra um caminhão e que meus quatro amigos tinham morrido.

Sabia que o inferno era uma realidade e vivia obcecado pelo dia do Juízo. Estive às portas da morte. A incerteza preencheu minha mente. Como estar seguro do perdão de Deus? Por que Ele não permitiu que eu morresse? Soube a razão vários meses depois: um missionário cristão me convidou para ir à casa dele e me falou do Evangelho de Jesus Cristo. Até então não tinha nem paciência nem respeito pelos cristãos; não podia admitir que Jesus fosse o Filho de Deus nem o Salvador do mundo.

Contudo, após ter ouvido uma vez mais o relato da crucificação, a luz penetrou em mim: a morte e a ressurreição de Cristo me ofereciam o único meio para que meus pecados fossem perdoados pelo Deus Todo-Poderoso. Para que o Pai celestial me recebesse, não poderia aceitar outro resgate que não o sangue de Cristo. Eu confessei meus pecados a Deus e então uma imensa paz me invadiu. Já não existem mais temores nem dúvidas quanto à salvação, mas uma segurança que jamais conheci antes.

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -
CULTO AO VIVO AOS DOMINGOS NA PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO RIOS DE JANEIRO
ÁS 10 E ÀS 19 HORAS

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

UMA CONVERSÃO RADICAL

28 Outubro

[Jesus] disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus

(Mateus 18:3).

UMA CONVERSÃO RADICAL

George Lyttleton, um inglês agnóstico* do século XIX, estava convencido de que era impossível um homem como Saulo de Tarso, mais tarde apóstolo Paulo, mudar radicalmente o curso de sua vida, como o Novo Testamento relata. Decidiu escrever um livro para defender seu ponto de vista e semear dúvida na cristandade, mostrando que a conversão de Saulo foi somente aparência. Depois de uma intensa investigação, esse foi o resultado de seus estudos: “Concluindo, a conversão de Paulo e seu apostolado provam que a conversão ao cristianismo é conseqüência de uma revelação divina”.

O mesmo Lyttleton acabou se tornando cristão ao confiar em Cristo como seu Salvador pessoal.

Lucas, autor do livro de Atos dos Apóstolos, considerava a conversão de Paulo como um acontecimento de grande importância. Ele contou essa história três vezes (Atos 9, 22 e 26) com muitos detalhes. A vida de Paulo é o exemplo de uma conversão radical que vai além das palavras e de uma decisão intelectual; ela afeta todas as áreas da vida de uma pessoa e provoca um apego incondicional a Deus.

Ainda que nossa conversão pareça comum quando comparada à de Paulo, nosso compromisso pode ser tão sólido quanto o dele, porque também nos encontramos com o mesmo Cristo ressurreto e O reconhecemos como nosso Salvador e Senhor.

*Agnóstico: aquele que declara inacessível ao entendimento humano toda noção de absoluto, por exemplo, Deus.

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -

terça-feira, 27 de outubro de 2009

ENCRUZILHADAS

27 Outubro

E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.

Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão.

Eu, porém, esperarei no SENHOR; esperei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá

(Salmos 50:15; 139:5; Miquéias 7:7).

ENCRUZILHADAS

Final de junho de 1940: ao sul do rio Loire, o que restava das tropas francesas batia em retirada para escapar do cerco dos inimigos. Era noite. Com faróis apagados, os veículos seguiam devagar. Havia um único comando: não perder de vista o companheiro que ia à frente. Mas, desde a partida, um caminhão cheio de soldados ficou para trás porque não podia andar a mais de 30 km/h. O soldado encarregado de dar as ordens ao motorista não conhecia o caminho, não tinha mapa e só sabia que da orientação dele dependia um comboio de 300 veículos. Chegaram à primeira encruzilhada, o que fazer? O jovem orou a Deus para que o ajudasse a cumprir sua responsabilidade… Havia muitas outras encruzilhadas, e quando a coluna da frente parou, felizmente o velho caminhão pôde alcançá-la.

Quantas oportunidades o filho de Deus tem de pedir ao Senhor Jesus que guie seu caminho! Não duvidemos que a conduta moral de cada indivíduo pode influenciar mais pessoas do que se imagina. Porém, sempre encontraremos uma solução ao orarmos, crermos na resposta de Deus e obedecermos às ordens que nosso Pai celestial nos dará no tempo devido: Ele sabe do que precisamos (Mateus 6:32).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009 -

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O PORVIR

26 Outubro

Entre ti se não achará… nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro… nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos, pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR

(Deuteronômio 18:10-12).

O PORVIR

Existe algo além do que se vê? Além do mundo material? Muitas pessoas se esforçam por afirmar que só o que é visível existe. Outros, ao contrário, procuram se comunicar com o além. Porém, nessa esfera, como distinguir entre o verdadeiro e o imaginário? Como saber se o que é dito sobre esse além é verdade ou engano; se é para o nosso bem ou para nossa desgraça?

A Bíblia dá uma resposta a todas essas perguntas. Ela nos ensina que Deus também criou um mundo espiritual, a esfera dos seres celestes, e que ele interfere no mundo natural. Também nos diz que certos seres celestes, os demônios, se rebelaram contra Deus e buscam destruir o homem. Para nos proteger deles, Deus ordena que não tenhamos nenhum tipo de contato ou relação com tais poderes espirituais. O Senhor proíbe todas as práticas ocultistas porque nos põem em contato com os demônios.

A Escritura também nos ensina que o Filho de Deus veio ao mundo para restabelecer nosso relacionamento com Ele. Atualmente, o Senhor Jesus está no além, “assentado à destra de Deus” (Colossenses 3:1), em uma posição de autoridade, tendo o domínio tanto do mundo natural quanto do espiritual. Todo relacionamento proveitoso e verdadeiro com Deus passa por Jesus, que mostrou Seu amor ao dar Sua vida por nós para que estejamos com Ele nesta vida e na eternidade.

Extraído do Devocional Boa Semente 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

O SIGNIFICADO DA RESSURREIÇÃO

25 Outubro

Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou

(Lucas 24:5-6).

O SIGNIFICADO DA RESSURREIÇÃO

A ressurreição do Senhor Jesus é parte do fundamento da fé cristã. Os evangelhos apresentam o relato histórico desse fato. O livro de Atos dá testemunho desse acontecimento; nas epístolas encontramos o significado e as conseqüências dela.

O significado da ressurreição de Cristo está enfatizado em Romanos 4:25: “O qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação”. Cristo morreu na cruz em nosso lugar. Ali Deus O castigou por meus pecados e pelos seus também, querido leitor. Mas somente a partir da ressurreição sabemos que Deus aceitou o sacrifício de nosso Substituto. A ressurreição nos confere a plena segurança da nossa fé e da salvação.

Deus foi infinitamente glorificado pela obra de Seu Filho e, como demonstração de Sua aprovação, O ressuscitou. Em virtude disso, sabemos que o sacrifício de Cristo foi aceito. Com toda tranqüilidade podemos descansar nessa certeza. Ela também é a base de nossa confiança em Deus e em Sua Palavra.

Nossa esperança no porvir está igualmente ligada à ressurreição, porque o Cristo ressurreto é chamado de “as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15:20). Por assim dizer, Ele é o primeiro fruto de uma colheita que abrange todos os redimidos que morreram e que ainda morrerão. Eles ressuscitarão com um corpo glorificado quando o Senhor vier para arrebatar os Seus. Até lá, vivamos de maneira que O agrade e honre “o bom nome que sobre vós foi invocado” (Tiago 2:7).

Extraído do Devocional Boa Semente 2009