terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A RELEVÂNCIA DE ECLESIASTES

2 DEZEMBRO


Vaidade de vaidade! – diz o pregador, vaidade de vaidade! É tudo vaidade. Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol?

(Eclesiastes 1: 2-3).


A RELEVÂNCIA DE ECLESIASTES

O LIRO DE Eclesiastes poderia nos fazer entrar em desespero se não fosse lido à luz do Novo Testamento. Ele descreve quão frágil a vida é, nos incentiva a fazer perguntas a nós mesmos e elimina toda arrogância humana. Ele nos lembra do que o mundo é sem um relacionamento com Deus: um lugar sem referências para o ser humano e sem resposta à necessidade inata de alegria. As pessoas não acharão em si mesmas os recursos para se tornarem genuinamente felizes, pois não podem aprimorar a sua própria natureza. Acima de tudo, elas não podem triunfar sobre a morte. Vive-se para buscar coisas que, no fundo, são engano e vaidade, alvos totalmente inúteis e vãos.

Eclesiastes, perspicaz e realisticamente, destrói todas as nossas ilusões. Ele tira todas as mascaras e nos mostra a real natureza das coisas. A mensagem dele é dura. No entanto, mais que nunca as pessoas estão vivendo superficialmente, enredadas em um turbilhão de informações, tecnologia e prazeres sem nem mesmo pensar sobre a vida que estão levando. Qualquer sociedade que rejeita a Deus inexoravelmente, perde o senso de direção e, por fim, termina enfadada, angustiada e destruída.

O Novo Testamento nos faz perceber o contraste entre nossa porção como cristãos e o que Eclesiastes mostra. O Senhor Jesus deseja nos transformar, dando-nos completa e eterna alegria que começa e termina em Deus. Até mesmo a morte perde seu efeito aterrador. O futuro não é mais desconhecido; o cristão descansa na segurança de “estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Filipenses 1:23).

Extraído do Devocional BOA SEMENTE.

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