quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O HOME E SEUS LIMITES (3)

20 Fevereiro


A longaminidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é. Oito) almas se salvaram pela água

(1ª Pedro 3:20).


O TITANIC: O HOMEM E SEUS LIMITES (3)

O naufrágio do Titanic deixou uma marca indelével na história humana. O descobrimento dos restos do navio, há algum tempo, permitiu que os peritos formulassem uma hipótese que explicasse como esse esplêndido transatlântico, maravilha da técnica da época, afundou três horas após se chocar com um iveberg.

Muitas foram as causas secundárias, porém uma de amostrars dos restos do casco, foi a pouca resistência dos bebites dos encaixes. Alguns parecem ter se soltado, abrindo caminho para a água que inevitavelmente condenou o palácio flutuante, tido como insubmergível.

“O próprio Deus não pode afunda-lo” , disseram algumas pessoas antes da tragédia. Tal desafio nos im,pressiona. Bastaram alguns rebiters defeituosos para que no dia 15 de abril de 1912 a humanidade recebesse uma severa e magistral lição de humildade, ao ver uma obraa de arte afundar nas águas geladas do Atlântico.

Que contraste com o primeiro “gigante dos mares”, a arca, construída por Noé e dirigida pelo próprio Deus! Navegou cerca de um ano em emio a um dilúvio sem paralelo na história, e preservou todos os passageiros a borda.

Essa é uma advertência aos que desejavam vive sem Deus: “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do filho do Homem. Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e os consumiu a todos” (Lucas 17: 16-27).

Extraído do devocional BOA SEMENTE.

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